Mas deixemos as discussões filosóficas e vamo-nos focar numa verdade de La Palisse: a Música é emoção.

Transmitidas por mentes inquietas. Autênticas. Libertadoras. Sentimentos que não conseguimos quantificar e que se agigantam, que ganham a sua própria dimensão através da música. Através do Rock.
Vergado à máxima de que não existem receitas infalíveis, e jamais querendo ser dogmático, acredito que se adicionarmos rebeldia e perseverança, obtemos seBENTA.
Com quase 15 anos de carreira, os seBENTA – Paulecas (voz e baixo), André Fadista (bateria) e Rúben Gomes (guitarra) – apresentam o seu 4º álbum de originais e revelam uma vitalidade regeneradora alicerçada na assertividade das palavras, reflexo de uma maior maturidade enquanto grupo.



“RAIO-X”, é uma radiografia actual fidedigna dos seBENTA. Um exercício de auto-diagnóstico que resulta no trabalho mais visceral da banda.
O single de apresentação, “VIVE”, foi o primeiro medicamento de revitalização a ser receitado neste processo de cura e evolução. Uma música que conta com a colaboração do intrépido Garret McNamara e a participação do eterno Zé Pedro. Expoentes máximos da mensagem que é passada: a capacidade de superação de cada um, de viver no fio-da-navalha e não ter medo de ser feliz. O poder de acreditarmos até ao fim do Mundo apesar de todos os obstáculos.

Este é um álbum que, mais do que ser escutado, merece ser vivido. É em cima do palco que os seBENTA consagram o momento e… soltam as emoções!
E agora sim, sou eu que afirmo. Com os seBENTA e com o Rock, vamos estar sempre um pouco mais perto de sermos livres.