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Edgar Domingos – “Camisa 10”

Edgar Domingso Camisa 10

Camisa 10 é o primeiro single do próximo EP de Edgar Domingos, EasySeasons 2, um projeto conceptual inspirado nas quatro estações do ano. Cada faixa representa não só uma estação, mas também o estado emocional normalmente associado a ela.

Representando a primavera, Camisa 10 traduz renovação, leveza, romance e abertura emocional. Através de melodias suaves de Kizomba e letras intensas em português, Edgar Domingos capta a sensação de novos começos e o calor que surge quando o amor desperta novamente.

Natural de Huíla, Angola, e com oito anos de carreira, Edgar Domingos é conhecido por fundir a Kizomba clássica com influências subtis de R&B e Afrobeats. A sua música é guiada pela autenticidade e pela emoção, escrita sempre com “a mente e o coração abertos”, focada em sentimentos vividos e não apenas em conceitos.

Como capítulo de abertura de EasySeasons 2, Camisa 10 define o tom emocional do EP e reforça a visão artística de Edgar Domingos #ÉParaFazerHistória, afirmando-o como uma das vozes mais fortes da música romântica lusófona contemporânea.

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Richard Miller – Um Drink

Richard Miller - Um Drink

UM DRINK e o nome da musica, e de composição e letra de Nellio araujo modesto, produzida em meados de outubro de 2024 mais so finalizada para lançamento em maio de 2025, e foi lançada em junho 2025 junto com o video clipe(you tube) gravado na cidade do porto, com a direção, filmagem e roteiro“David Costale e Nando moul “.
A musica tem como engenheiro de mix e master o portugues Ruben Teixeira(wakai studio), sendo que voz foi gravada e tratada nesse mesmo Studio.
por sua batida marcante e envolvente “UM DRINK” vem ganhando destaque nas plataformas de audio sendo adicionada em varias playlist do genero, e com execuções nas programações das Radios em varias regiões do brasil.

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Tiago Got The Keys – “Erros Que Cometi”

Tiago Got The Keys - Erros que Cometi

Tiago Got The Keys apresenta o seu novo single, com um refrão impossível de esquecer e um tema que reforça a sua identidade artística e o posiciona como uma das vozes emergentes da música latina em Portugal. Sonoridade moderna. Fica atento: este é o próximo grande nome da música urbana em Portugal.

Texto de Apresentação da Música:
Já disponível: “Erros Que Cometi” de Tiago Got The Keys. Pop urbano com guitarra e violino, numa reflexão honesta sobre a vida e os caminhos que seguimos. Uma música para sentir.

A propósito de Tiago Got The Keys:
Tiago Got The Keys é um artista e produtor luso-britânico que faz da música a sua forma mais honesta de expressão. Nascido em Lisboa e criado em Londres desde os 14 anos, construiu uma identidade marcada pela fusão de ritmos latinos, influências urbanas e uma sensibilidade melódica que nasce tanto das suas vivências pessoais como do cruzamento cultural que sempre o acompanhou. Para Tiago, a música começou por ser um escape — uma maneira de comunicar livremente num período em que enfrentava problemas de gaguez — e transformou-se, com o tempo, numa vocação apoiada por disciplina, curiosidade e uma ligação familiar profunda ao universo musical.

A sua trajetória ganhou impulso quando percebeu que a dedicação podia tornar-se carreira: dos primeiros concertos, incluindo um festival diante de 20 mil pessoas ao lado de nomes históricos como Earth, Wind & Fire, até ao momento em que encontrou fãs com letras suas tatuadas, Tiago descobriu o impacto real que a sua arte podia ter. Entre desafios, recomeços e reinvenções — inclusive após ser hackeado mais de três vezes — manteve uma relação próxima com o público e uma visão clara: criar música verdadeira, que une emoção e energia, e que continua a tocar quem a escuta.

O seu novo single, “Erros Que Cometi”, nasce de um dos capítulos mais pessoais da sua vida. A perda do seu melhor amigo e mentor — teclista da banda do Mungo Jerry e presença determinante no seu percurso — transformou-se numa reflexão íntima sobre falhas, aprendizagens e o peso das memórias que moldam quem somos. Esse impacto emocional tornou-se o motor criativo da faixa, enriquecida ainda por momentos espontâneos de estúdio, quando guitarrista e violonista mudaram a direção da música com uma improvisação que redefiniu toda a atmosfera do tema.

O resultado é uma peça vulnerável e intensa, construída sobre melodias fortes, letras sinceras e a fusão típica do seu som: percussão latina moderna, synths atmosféricos, guitarra, violino e linhas de baixo marcantes. “Erros Que Cometi” é um convite à introspeção, mas também uma ponte para o público, que Tiago vê como parte essencial do processo — pessoas que o inspiram, o desafiam e o ajudam a redescobrir o significado da própria música.

A viver um período de renovação artística, a lançar um tema por mês e a aprofundar colaborações internacionais, Tiago Got The Keys caminha com a mesma ambição que o levou a atravessar fronteiras em adolescente: transformar emoções em canções que perduram e criar histórias que continuem a ecoar, independentemente do tempo ou do lugar. “Erros Que Cometi” é mais do que um single — é a síntese dessa jornada.

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Gerson Marta – “Love At All”

Gerson Marta - Love at All

“Love At All” é uma balada de rock que começa suave e intimista, mas se desenvolve em uma muralha de distorção, vocais arrebatadores e um solo de guitarra profundo. Com videoclipe gravado nas falésias dramáticas da Praia da Ursa, em Portugal, é o terceiro capítulo de uma trilogia visual e musical que começou com “I Believe In Angels Too”, passando por “1, 2, 3… Let It Roll”. Misturando emoção crua com energia cinematográfica do rock, a faixa ecoa o espírito de artistas como Radiohead, Nothing But Thieves e Jeff Buckley.

GERSON MARTA: UM SOM ENTRE MUNDOS, UMA VOZ ENTRE HISTÓRIAS
Cantor e compositor luso-angolano, Gerson Marta cruza o indie pop/rock com alma folk, groove de funk setentista e toques subtis da música africana. Mais do que géneros, a sua música é feita de emoções, histórias e verdades cruas. Cada canção é um retrato daquilo que não cabe em palavras, mas ganha vida em som.
A ligação com a música nasceu cedo, em Luanda, nas noites de corte de luz em plena guerra civil, quando o pai tocava guitarra à luz de velas. Foi nesse contraste entre silêncio e esperança que percebeu que a música era mais do que passatempo — era destino. Aos sete anos, subiu a um palco pela primeira vez e nunca mais saiu.

As influências de Gerson Marta são tão diversas quanto o seu percurso: Beatles, Queen e Nirvana convivem com semba, morna, kizomba, rap e r&b dos anos 80/90. O resultado é uma fusão única, com espaço ainda para o soul moderno, o funk dos anos 70 e até a eletrónica alternativa. Essa mistura é identidade antes de ser género.
O novo projeto reflete esse espírito livre: canções que falam de amor, perda e transformação, gravadas num processo intenso e colaborativo, onde até os “erros” ganharam espaço, em nome da verdade. O single “Love At All” destaca-se como momento mais pessoal — uma balada rock carregada de emoção, com guitarras distorcidas e um solo visceral.

As suas atuações ao vivo são viagens emocionais que oscilam entre intimidade e energia bruta. Do Pavilhão Atlântico em 2010, perante 20 mil pessoas, ao Festival Avante em 2016, a ensinar uma multidão a cantar uma música inédita, Marta guarda no palco os momentos que definem a sua essência artística.

Para o público, a sua música é catarse e companhia: “se alguém terminar uma faixa minha a sentir-se menos sozinho, já valeu a pena”, diz o artista. E o feedback confirma — canções nascidas como confissões pessoais tornaram-se experiências universais, tocando ouvintes em diferentes países e contextos.

Olhando para o futuro, Gerson Marta sonha em levar o seu som para palcos maiores e festivais de referência, mas sempre com a missão de “traduzir emoções humanas em som, para que ninguém se sinta sozinho.”
Com influências de Bon Iver a Bonga, passando por Anderson .Paak, e uma sonoridade que resiste a rótulos, Gerson Marta é a prova de que a música pode ser ponte entre mundos.

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Michael Bullet está de volta com novo single “FOGO BRANCO”

Michael Bullet - Fogo Brancno - Capa

“Fogo Branco” é o novo single de Michael Bullet, parte do álbum Pervertidos.
Uma canção carregada de intensidade e atmosfera, um ambiente sombrio e arrebatador.
Com influências que atravessam o minimalismo, a poesia crua e a atmosfera de bandas sonoras, Michael Bullet uma das vozes mais ousadas e viscerais da nova música independente portuguesa.

Pervertidos não é apenas um álbum. É um mergulho na obscuridade da alma, uma viagem onde desejo, culpa, espiritualidade e loucura se cruzam em sons e imagens que incomodam tanto quanto seduzem.

Entre pianos melancólicos, camadas de guitarras distorcidas e uma entrega vocal visceral, Michael Bullet constrói um universo cinematográfico que se afasta do óbvio e desafia a música independente portuguesa a arriscar mais.

Cada faixa é um fragmento partido — Punido por Deus, 

UmaCasadeMulheresPsicóticas, Fogo Branco, Onanista, e Cenotáfio de Newton — todas refletem o íntimo e o perturbador, transformando fragilidade em força e escárnio em poesia.

Com Pervertidos, Michael Bullet afirma uma identidade artística rara: a de quem não tem medo de expor as contradições humanas e transformar dor, vício e transcendência em arte.

Este álbum não é para consumo rápido — é para ser vivido, como um ritual.

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100 LIMIT – “Boa Sorte”

Capa "Boa Sorte" - 100 LIMIT

“BOA SORTE” está de volta – mais forte, mais fresca, mais atual.

15 anos depois da icónica versão de Ben Harper e Vanessa da Mata, o grupo 100 LIMIT revisita este clássico com uma nova alma depois de abrir o concerto da própria Vanessa no prestigiado Théâtre de l’Alhambra em Paris.


Foi aí que nasceu a ideia, em conversa com Anna Torres artista brasileira, cúmplice musical de Vanessa, e recentemente nomeada aos Grammy Awards 2025 na categoria Melhor Música para a Mudança Social.

Com uma nova produção moderna e envolvente, esta colaboração dá nova vida a “BOA SORTE” um sopro tropical cheio de luz e emoção, que contrasta com a monotonia sonora de muitos lançamentos atuais.

Já em forte rotação na Rádio Latina 99FM (França), o tema impõe-se como uma aposta certa para as playlists deste verão: calor, esperança, ritmo e alma – tudo no lugar certo.

“BOA SORTE” é mais do que uma canção. É um reencontro. Uma ponte entre gerações, vozes e emoções.


Ouçam, sintam… e deixem-na entrar na vossa programação.

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Ehliu ft. Javy Campuzano – “Ana”

Capa Ehliu - "Ana"

Ehliu e Javy Campuzano Apresentam “Ana”: Uma Declaração de Amor em Ritmo Afro-Reggaeton

Unindo emoção e ritmo num só fôlego, Ehliu volta a surpreender com um novo single — desta vez ao lado do talentoso Javy Campuzano. “Ana”, já disponível nas principais plataformas digitais, é uma vibrante declaração de amor onde as influências africanas se fundem com o reggaeton, criando uma experiência sonora envolvente, dançável e profundamente emocional.

“Ana” é uma canção que pulsa com paixão. A batida quente do reggaeton encontra-se com os grooves africanos numa harmonia sedutora, enquanto a letra mergulha no universo da entrega amorosa — um amor intenso, sincero e quase cinematográfico. O dueto entre Ehliu e Javy Campuzano amplifica a narrativa: duas vozes que se entrelaçam, como dois corações que batem no mesmo compasso.

Este novo tema reforça a versatilidade artística de Ehliu, que continua a explorar novos territórios sonoros sem perder a autenticidade que o caracteriza. A colaboração com Javy Campuzano traz uma nova textura à sua música, acrescentando um toque latino que expande as fronteiras da lusofonia e do afrobeat.

Com “Ana”, Ehliu dá mais um passo firme na construção do seu álbum de estreia — um projeto aguardado com expectativa e que promete cruzar continentes e emoções, sempre com uma identidade única e visual marcante.

O single “Ana” já está disponível em todas as plataformas digitais.

Siga Ehliu e Javy Campuzano nas redes sociais e acompanhe os bastidores deste e de outros lançamentos que estão a marcar a nova geração da música global.

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URG – “No Time”

URG - No Time

URG LANÇA NOVO SINGLE “NO TIME” — UM DESABAFO SONORO SOBRE LIMITES, ENERGIA E EVOLUÇÃO PESSOAL

[Julho de 2025] — O artista português URG lança o seu mais recente single, “No Time”, uma poderosa faixa de hip hop que cruza sentimentos íntimos com uma sonoridade madura e envolvente. Inspirado por uma vivência pessoal, URG transforma a dor e o crescimento de uma relação passada numa mensagem clara: não há tempo a perder com o que não acrescenta.

“No Time” reflete um momento decisivo da vida do artista — aquele ponto de rutura onde se escolhe avançar, libertando-se de tudo o que suga energia ou trava o progresso pessoal. “Ou acrescentas ou simplesmente sais fora”, afirma o artista. A canção torna-se assim num verdadeiro hino à seleção natural emocional, um convite à valorização do próprio tempo e bem-estar.

Com raízes no hip hop e influências claras do R&B, soul e trap, URG destaca-se por uma identidade musical genuína, construída a partir das suas experiências e absorvida ao longo de anos de crescimento autodidata. O processo de composição do tema foi, segundo o próprio, “espontâneo e natural”, nascido da verdade sentida e do talento inato de expressar emoções com honestidade.

A produção de “No Time” ficou a cargo de Duarte Prisma (Prisma Rec), que acompanhou todo o processo técnico — da captação à masterização — garantindo uma sonoridade limpa e profissional, digna de destaque no panorama nacional. O videoclipe, lançado em abril de 2024, visualmente reforça a mensagem do tema através de uma narrativa simbólica de libertação emocional, representada por interações entre duas personagens.

O single faz parte do EP que URG prepara para lançar ainda este ano — um projeto centrado na cura pessoal, onde cada faixa é uma peça no puzzle do autoconhecimento e da valorização individual. “No Time” encaixa-se perfeitamente nesse contexto, ao simbolizar a decisão de preservar a própria energia e continuar a evolução, mesmo quando isso significa deixar pessoas para trás.

URG iniciou o seu percurso musical em 2019, movido pela necessidade de transcrever emoções e realidades para o papel — um impulso incentivado pelo irmão, também músico. Desde então, tem construído um caminho próprio, com atuações de destaque, como no palco secundário das Sebastianas 2022, e com um público fiel que, apesar de oscilações, continua a apoiar o crescimento do artista.

Com influências que vão de Waze a Wet Bed Gang, URG absorveu referências e moldou-as à sua maneira, criando uma assinatura única que alia maturidade vocal, versatilidade melódica e profundidade lírica.

A parceria com a agência 6721 Produções marca uma nova etapa na carreira do artista, que pretende agora ampliar o número de atuações ao vivo e consolidar a sua presença nas plataformas digitais como Spotify, YouTube, Apple Music e redes sociais como o Instagram e TikTok.

URG deixa um apelo direto aos fãs: “Esta música vale a pena não só pela mensagem, mas pela escrita e sonoridade. É para quem sente, para quem vive. Continuem a partilhar, comentar, repetir — porque a música é isso mesmo: repetição de sentimentos.”

Ouça agora “No Time” e descubra o poder de dizer não, de seguir em frente e de escolher-se.

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LEIDE INTHEMIRROR – 2AM

Leide é a cara, voz e alma do álbum “Emotional Exposure” de 2021, agora em 2024 volta presentear-nos com música nova, juntamente com Carolina Moura.  Leide tem uma linguagem singular  no panorama musical português. Tem uma forte componente de soul, misturada com as influências de hip Hop, palavra falada, blues e jazzy. É um trabalho muito emocional que balança entre o frágil, o louco, o não pensado e o maduro. 
A sua música é uma análise a si própria e ao mundo, um acumular de experiências e vivências, vive da mensagem, da dor, da cura. Também da sua forma crua e das dinâmicas criadas entre os instrumentistas, a voz e os silêncios.

Leide deseja poder gritar muito silenciosamente através da música.  Em palco apresenta-se tanto em forma acústica com Carolina Moura, também co-compositora dos últimos temas, ou em banda. É um concerto de proximidade e emocional, vai do conhecer, ao falar, ao rir, ao dançar, ao chorar. Uma montanha de emoções composta por notas e histórias.

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Sérgio Cabral – “Lá Longe”

Sérgio Cabral começou a compor as suas primeiras canções ainda bastante jovem como forma de expressão das suas vivências quotidianas entre finais dos anos 90 e inícios da década de 2000. 

A sua primeira experiência como voluntário/missionário na cidade de Pemba em Moçambique (2001/2002) alterou a sua perceção sobre o mundo, causando um impacto inapagável nas suas composições musicais que foram sendo guardadas na gaveta.
 

Apresenta, agora, o seu primeiro single, “Lá Longe”, extraído do novo álbum, Almagrafias — uma obra intimista com 13 faixas originais que convida o ouvinte a uma viagem intransitiva feita de palavras, sons e silêncios por entre lugares como Amor, Fragilidade, Esperança, Encontro e Transcendência.


Gravado no Estúdio 2945, em Fátima, com produção partilhada com Gwen Basurah, o álbum contou com a colaboração de mais de uma dezena de músicos, incluindo Alexandre Bastos (bateria) e Sónia Sobral (acordeão), resultando numa sonoridade orgânica, delicada e profundamente humana.

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